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Varanda de Cristal é uma empresa brasileira legalmente estabelecida, sob o CNPJ 29.387.513/0001-89, que objetiva pesquisas, estudos e comercialização de plantas e fungos sagrados, e medicinais. Almejamos propagar o conhecimento dessas plantas à todos que buscam uma vida mais saudável, a cura e o desenvolvimento pessoal. Vegetais estes, importantíssimos para melhorar integralmente nossa saúde, auxiliando no tratamento e prevenção de doenças físicas e psíquicas.

Psilocybe Cubensis MDK - 6 gramas

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Psilocybe Cubensis MDK

 


Há milhares de anos, em várias regiões do Planeta, diversos povos e culturas já utilizavam os cogumelos mágicos sagrados em suas cerimônias e rituais religiosos. Muitas vezes considerados “presentes divinos”, os cogumelos mágicos serviam para abrir caminho para a compreensão do Universo e o contato com seres celestiais. Uma das referências mais conhecidas a esta espécie de cogumelos remonta aos Maias que os chamavam " Teonanacatl " que significa "A carne dos deuses"! No Brasil temos como refêrencia artística o ilustre músico Ventania que os chamam de cogumelos azuis ou cogumelos de zebu. 
Quando utilizados corretamente (de forma respeitosa e durante uma cerimônia espiritual), os cogumelos sagrados Psilocybe cubensis, que contêm o princípio ativo chamado de psilocibina, podem proporcionar uma rica experiência mística ao participante do ritual. Mas é importante lembrar que, atualmente, o comércio de cogumelos sagrados é permitido apenas para fins científicos ou coleção biológica.

História

O uso de substâncias psicodélicas fez parte da história da humanidade desde o seu surgimento, e inevitavelmente acabou influenciando  a formação da consciência humana  e da sociedades, desde os primórdios.

Através de escavações em templo Maias, encontraram estatuetas esculpidas em rocha que possuíam formato de cogumelo. Essas foram as primeiras documentações sobre a utilização de cogumelos do gênero Psilocybe nas Américas. Os Psilocybe tinham tamanha importância para os povos da América, que os astecas os transformaram em sacramento e os denominaram  em sua linguagem como teonanácatl, ou carne dos deuses. Para os povos centro-americanos e mesoamericanos, em destaque os Astecas e os Maias, os cogumelos possuíam uma importância para a consolidação social e religiosa desses povos. O cogumelo Psilocybe cubensis por exemplo, inspirou o surgimento de várias divindades ligadas a religião e ao cogumelo. O Deus asteca Xochipilli é um belo exemplo: possuía seu corpo em entalhes ou estampas que exibiam o corpo de frutificação desses fungos. Pelas pesquisas, é possível que a utilização desses fungos no contexto religioso  tenha-se iniciado há mais de 2 mil anos atrás.

O primeiro  homem branco a observar, no século XVI,  os rituais religiosos dos cogumelos Psilocybe pelos povos nativos americanos foi o religioso franciscano Bernardino de Sahagún, que acompanhava a expedição de Hernán Cortéz. Ele relatou em uma de suas viagens uma das cerimônias na qual o cogumelo era usado. Os líderes religiosos distribuíam os cogumelos aos envolvidos na cerimônia, após uma preparação previa, em que somente eram ingeridas substância como o chocolate e o mel. Durante a noite, após o consumo dos cogumelos, os nativos dançavam e entravam em um estado de êxtase, no qual experimentavam visões. Quando os efeitos deixavam de agir no sistema nervoso central, os participantes se reuniam e discutiam sobre as visões obtidas durante a experiência, chegando a um senso comum  sobre o que devia se passar durante o próximo período de tempo, adotando como predições do futuro as visões obtidos. Bernardino de Sahagún também cita a cerimônia denominada “a festa das revelações” organizada anualmente pelo imperador asteca Moctezuma, em que os cognescentes ingerem cogumelos e psicotrópicos . Infelizmente, os registros do ritual foram destruídos, provavelmente pela ação da Igreja Católica, a qual considerava o rito dos cogumelos uma abominação para o cristianismo. A Igreja Católica desempenhou o papel de decisivo de desaparecer com os registros escritos dos rituais. A ideia de expansão da mente associada às expressões corporais como as danças realizadas em estado de transe, contribuíram para fosse transmitida uma visão demoníaca do uso dos cogumelos, fazendo com que os fiéis católicos empregassem suas forças na luta contra a disseminação dos cultos xamânicos.  Tudo indica que a espécie usada nos rituais do cogumelo seja a Psilocybe mexicana, pois sua ocorrência é comum nos pastos e pântanos do México.

Em relação ao Egito Antigo, existem diversos materiais provenientes da civilização egípcia antiga que se referem aos cogumelos psicodélicos, como por exemplo o Psilocybe cubensis e o Amanita muscaria. Assim como os povos nativos americanos , acredita-se que os faraós egípcios possuíam uma forte influência religiosa causada pelas visões provocadas pelos cogumelos.

Como grande destaque na contribuição para o crescimento da inserção da cultura do cogumelo na sociedade moderna ocidental temos Maria Sabina, considerada a sábia dos cogumelos , uma xamã que acabou inserida nos rituais tradicionais do cogumelo da cultura américa.

Como personalidades americanas temos também temos Timothy Leary e Terence Mckenna, considerados pai do psicodelismo e do estudo terapêutico do uso de enteógenos na sociedade atual.

As experiências com p. cubensis costumam ser extremamente construtivas para as pessoas que as experimentam, porém não são raros os casos de “bad trips”. Dentre os efeitos físicos podem ocorrer cansaço muscular , perda ou redução dos reflexos , alteração na percepção da visão e do toque. Como efeitos mentais, a presença de leves “insights” e aumento na facilidade do pensamento em dosagens baixas, incluindo uma maior sociabilização. Porém, em altas dosagens, o usuária tende a perder o contato com mundo exterior e acaba tendo uma experiência enteogênica.

Atualmente a espécie de cogumelo Psilocybe cubensis é um dos psicodélicos naturais mais populares e disponíveis no mundo. É um fungo relativamente fácil de cultivar, e portanto, é um dos cogumelos alucinógenos mais largamente utilizados no planeta. Nas smartshops , são geralmente denominados cogumelos mágicos.

Ocorrências históricas: No sítio arqueológico Non Nak Tha, no norte da Tailândia, os ossos do gado zebu foram desenterrados em conjunto com restos humanos. Psilocybe cubensis floresce no esterco de gado zebuíno e búfalos nesta região da Tailândia. Terence Mckenna sugeriu que a relação física e temporal entre os ossos humanos e os ossos de gado é uma evidência conclusiva de que os cogumelos psicoativos eram conhecidos pelas pessoas que frequentavam a região há cerca de 15000 anos (Mckenna, 1992). Nas planícies de Tassili, no norte da Argélia, pinturas rupestres datadas de 9000 a.C. (Samorini, 1992; Gartz, 1996) retratam figuras antropomórficas com imagens de cogumelos em seus corpos, evidenciando que os cogumelos eram conhecidos e usados de maneira mística. Emboden (1979) descreve entre os remédios populares tradicionais da dinastia Chin do século 2 na China, uma cura para a “doença do riso”, intoxicação causada por cogumelos atribuída à ingestão acidental dos cogumelos que contem psilocibina.Na América central e do Sul, o uso dos cogumelos com psilocibina ( e outros psicodélicos) era comum até a chegada dos espanhóis que espalharam a fé católica com espada e fogo e proibiram seu uso. O apelo dos cogumelos no mundo moderno surgiu quando gordon Wasson chegou à vila Mazatec de Huatla de Jimenez e experimentou um sessão realizada pela curandeira Maria Sabina, um ritual religioso sob forte influência de cogumelos Psilocybe (Wasson, 1898). As informações sobre os cogumelos se espalharam e se inicializaram as experimentações modernas. Em 1958, os ingredientes ativos do cogumelo, psilocibina e psilocina, foram descobertos e seus análogos sintetizados pelo químico cientista Dr. Albert Hoffman, que também descobriu o a dietilamida do ácido lisérgico (LSD) (Schwartz, 1988). A experiência com os cogumelos aumentou imensamente, levando ao papel significativo que desempenharam no “movimento psicodélico dos anos 60”. Hoje em dia, os cogumelos Psilocybe, são uma das substâncias mais comuns para uso recreativo ( Adlaf, 1998).

Uso médico:  a prevalência da psilocibina ao longo da história e seu uso atual levaram a estudos intensivos. Pesquisas em modelos humanos e animais demonstraram que a psilocibina produz sintomas temporários semelhantes a psicose, principalmente através da estimulação do receptor de serotonina-2. Efeitos positivos foram relatados por pessoas que sofrem com dores de cabeça em cluster; suas dores são reduzidas graças ao uso de algumas variedades de p. cubensis. A pesquisa também provou que os cogumelos psicoativos, quando ingeridos sob supervisão profissional, podem ser úteis no tratamento de transtornos mentais. As pesquisas sobre esse assunto estão em andamento e os parâmetros de segurança precisam ser estabelecidos.

Para mais informações sobre o produto acesse: https://pt.wikipedia.org/wiki/Psilocybe_cubensis

 

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